sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

TRUMP REVOGA MEDIDA DE OBAMA SOBRE USO DE BANHEIROS POR TRANSGÊNEROS: MAIS UMA BOLA DENTRO!

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anulou nesta quarta-feira, 22, uma norma proclamada por seu antecessor, Barack Obama, para que as escolas públicas do país permitissem aos alunos transgêneros usar os banheiros e vestiários que prefiram em função do gênero com o qual se identifiquem.

O procurador-geral, Jeff Sessions, anunciou em comunicado que o governo de Trump tinha decidido suspender a medida porque produzia muita confusão em nível local e não incluía “uma análise legal suficiente” sobre como essa iniciativa era coerente com os poderes que a Constituição outorga ao Executivo. 

A orientação do ano passado, emitida pelos Departamentos de Justiça e Educação de Obama, ameaçava retirar fundos federais de escolas que obrigassem os estudantes transgêneros a usar banheiros correspondentes ao gênero assinalado no nascimento contra sua vontade.

Conservadores levantaram a preocupação de que homens ou meninos afirmem ser transgênero para espionar ou assediar mulheres ou meninas em banheiros públicos.

Conforme as novas diretrizes, as escolas públicas podem determinar suas próprias regras sem medo de perder financiamento federal ou uma ação civil do Departamento de Justiça.

Na terça-feira, essa posição foi reiterada pelo porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer. Seus comentários foram criticados imediatamente por defensores legais dos transgêneros, que afirmam que a lei federal e os direitos civis são questões da alçada do governo federal, e não dos Estados.

E não é que Trump continua “mitando”? O “homem laranja” resolveu enfrentar a patrulha organizada pra valer, e isso leva a turma ao desespero. Os totalitários que falam em nome das “minorias”, esses “fascistas do bem”, não vão descansar enquanto cada detalhe de nossas vidas não for controlado de cima para baixo, pela elite dos “ungidos”. Liberdade de escolha? Cada estado decidir, num país em que o federalismo tem tanto valor? Esqueçam isso!

Se a decisão puder ser local, cada escola, condado e estado estarão sob a pressão mais efetiva dos pais, e as chances desse absurdo passar diminuem bastante. Esquerdistas querem controlar tudo lá de cima, de um “governo mundial” de preferência, pois assim os “burocratas sem rosto” detêm todo o poder, e o povo só trabalha, paga as contas e obedece, tendo que ver suas filhinhas dividindo banheiro com homens que “se sentem” mulheres.

A obsessão do esquerdista Obama em agradar as tais “minorias” chegou a um patamar tão ridículo que virou “meme” nas redes sociais, com ele sendo ridicularizado em uma comparação com outro democrata, na época em que o partido ainda não tinha sucumbido ao esquerdismo radical. JFK, católico e anticomunista, defensor de menos impostos, seria considerado um “ultraconservador” por seu próprio partido hoje. E enquanto ele lutou para colocar o homem na Lua, numa batalha contra o comunismo, Obama lutou para colocar o homem no banheiro feminino:

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É patético, seu sei, mas é o “legado” de Obama, agora desfeito por Trump, como será no caso do Obamacare e outros avanços estatais na vida dos trabalhadores. Quem ainda não entendeu a força dos “fracos”, a revolução das vítimas em curso, a marcha totalitária das minorias “oprimidas”, a ditadura do politicamente correto, sinceramente: não entendeu porra nenhuma do mundo moderno!

E quem ainda acha que para defender a liberdade individual nesse ambiente basta pregar liberdade econômica e deixar essa guerra cultural, bem mais relevante, de lado, também não entendeu absolutamente nada, ou então não é um liberal de verdade. Desafiar esse poder das “minorias oprimidas” é fundamental para devolver a liberdade aos indivíduos, para preservar a decência e a moral, para resgatar valores que foram massacrados pelos “progressistas”.

Em nome de uma ideologia fajuta, da covardia de uma elite culpada, crianças seriam colocadas em risco por decreto do governo federal. Trump fez muito bem em reverter essa regra esdrúxula e permitir a liberdade de escolha dos próprios estados. Mais uma bola dentro!

Rodrigo Constantino

VEJA O QUE O SENADOR OBAMA DIZIA SOBRE IMIGRANTES ILEGAIS

A marca registrada da esquerda é sua hipocrisia, sua metamorfose ambulante de acordo com os interesses do momento. Bill e Hillary Clinton, por exemplo, já defenderam um muro para segurar a invasão de imigrantes ilegais. Mas quando Donald Trump faz o mesmo, isso vira – e somente aí – prova de “xenofobia” e “intolerância”. Resguardar as fronteiras de uma nação deveria ser a função mais básica de um governo. Mas se for um governo republicano, não pode!

A esquerda passa a defender a “casa da mãe Joana” só para poder atacar a situação. Vamos deixar todos entrarem à vontade, e vamos usar o eufemismo “imigrante não-documentado” para falar de quem está ilegal, chegou ilegal, e desrespeita as leis do país. Mas será que Obama, ícone desses “progressistas”, sempre pensou assim? Ora, sendo ele um esquerdista radical, é claro que não! Seu discurso varia de acordo com a ocasião. Vejam:

 

Traduzindo: Nós temos a necessidade de melhor proteger as fronteiras e punir aqueles que escolhem o caminho ilegal para imigrar. Nós recebemos bem e com generosidade as pessoas aqui nos Estados Unidos, mas aqueles que entram no país de forma ilegal e aqueles que os apoiam desrespeitam o império das leis, e estão mostrando descaso com aqueles que estão cumprindo as leis. Nós simplesmente não podemos permitir que pessoas aportem nos Estados Unidos sem documentos, sem permissão, sem checagem, e driblando a fila daqueles que estão aguardando paciente e legalmente se tornarem imigrantes.

Um amigo meu de escola comentou:

Isto é o que os socialistas (leia-se comunistas), quero dizer, “progressitas” são. A prova está aí, gente. Eles se transformam, sofrem metamorfose, não tem o menor pudor em mudar radicalmente suas opiniões de acordo com “os ventos”. Tudo para que, no final, a tal “revolução” seja concretizada, tudo para justificar mais e mais Estado, mais e mais vigilância dos cidadãos, menos e menos liberdade, mais e mais gastos do governo e mais e mais impostos.

Se a mesmíssima coisa dita pelo Obama senador for repetida hoje pelo presidente Trump, a imprensa toda irá atacá-lo. E tudo por dizer o óbvio: não é razoável defender quem já chega ilegal. O imigrante deve passar por um processo legal para permanecer nos Estados Unidos, se o conceito de império das leis ainda tem algum valor. Obama sabia disso quando era senador. Bill Clinton sabia quando era presidente. Hillary sabia quando era secretária de Estado. Todos sabem!

Mas a esquerda não liga se for para atacar seus adversários. Nesse caso, a simples mensagem de que todos devem obedecer as leis, a começar por quem quer entrar no país, já passa a ser uma prova cabal de xenofobia e intolerância. É dureza…

Rodrigo Constantino

PARTIDO NOVO É O ÚNICO A COMBATER O ESTATUTO DO DESARMAMENTO

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Entre os direitos mais básicos do cidadão está sua autodefesa, seu inalienável direito de se proteger de marginais. Delegar totalmente esse direito ao estado, com seu monopólio da força, seria como abrir mão de extintor de incêndio em casa porque existe o bombeiro. Sem falar dos riscos para a liberdade individual, quando os governantes sabem que a população é formada só por cordeirinhos e nenhum lobo.

Bene Barbosa, do Movimento Viva Brasil, tem sido um soldado incansável nessa luta contra os desarmamentistas de esquerda. Na política, temos casos isolados aqui e acolá de deputados e senadores que entendem o que está em jogo e defendem a revogação do Estatuto do Desarmamento, que inclusive desrespeitou a própria vontade popular após o plebiscito que demonstrou a reprovação pela imensa maioria dessa medida.

Mas, como o próprio Bene reconhece, há um partido – apenas um entre os mais de 30! – que se posiciona abertamente sobre essa questão a favor do indivíduo: é o Partido Novo. Em nota publicada, o Novo deixa claro o que pensa sobre o assunto, e por que pensa assim: para resguardar a liberdade individual:

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Na reportagem destacada pelo partido, Kim Kataguiri, do MBL, deixa claro o que está em jogo:

Indagado sobre a defesa do fim do Estatuto do Desarmamento –lei de 2003 que restringiu o porte de armas –, Kim citou as crises atuais de segurança no Rio e no Espírito Santo para justificar o que, na avaliação do MBL, ajudaria a proteger o cidadão.

“A crise no Espírito Santo e agora se insurgindo também o Rio mostra que essa pauta é mais do que urgente, pois acaba com o monopólio de segurança no Estado – ainda que isso não signifique que qualquer um possa ter uma arma de fogo: seria necessário passar por curso, teste psicológico e não tendo antecedentes criminais, por exemplo”, elencou. Se mais armas não ajudariam a aumentar o contingente de mortos por armas de fogo? “É difícil fazer essa correlação”, definiu.

Na verdade, é bem difícil, pois não há essa correlação. E se não há correlação, fica impossível existir causalidade. Mais armas não levam a mais crimes. Há boas estatísticas e especialistas que afirmam justamente o contrário: mais armas, menos crimes, como diz o título de um livro de John Lott, um dos maiores estudiosos do assunto.

Folgo em saber que o Novo, que venho apoiando desde o começo, tem se mantido fiel a esses valores e princípios liberais, e que não teme defender abertamente essa pauta, sem medo de ser rotulado de “bancada da bala” pela esquerda manipuladora. A bancada da bala, no fundo, é aquela que defende que só os marginais tenham armas. Seria a “bancada da bala perdida”, que sempre dá um jeito de encontrar uma vítima inocente no caminho.

O Novo está de parabéns. Os movimentos de rua estão de parabéns por colocarem esse tema em discussão. É fundamental devolver ao cidadão seu direito básico de escolher ter ou não uma arma para se defender. Isso se chama liberdade!

Rodrigo Constantino

Cirurgias por traumas sobem entre 40% e 60% no carnaval

Os acidentes de trânsito aumentam, em média, 40% durante o carnaval e, em consequência, as cirurgias ou serviços de trauma em todo o Brasil sofrem aumento médio de 40% a 60%, informou o diretor de Comunicação da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot), Carlos Cesar Vassalo. Em todos os estados, a entidade vai distribuir, durante o carnaval, o folheto Carnaval Sem Traumas, cujo foco  são as pessoas que dirigem depois de beber.

“Quando se fala em acidentes automobilísticos, é que aumenta o número de politraumatismos nos serviços de urgência. São pacientes que têm múltiplas fraturas ou traumas de crânio ou de bacia, locais de grande perda de sangue, e você tem que equilibrar hemodinamicamente esse paciente o mais rápido possível”. Na época de carnaval, os serviços de urgência precisam ser reforçados, com o aumento do número de ortopedistas para atendimento a esses pacientes.

Segundo Vassalo, no carnaval de 2016, por causa do bafômetro e da lei mais rigorosa, caiu de modo significativo o número de mortes nas rodovias federais. Foram 1.704 acidentes, com 1.643 feridos e 106 mortes; em 2015, esses números atingiram, respectivamente, 2.824, 1.849 e 116. O diretor da Sbot disse que em Belo Horizonte a média de cirurgias de urgência no carnaval sobe de 15 pacientes/dia para 22/dia.

Pedestres

Os médicos ortopedistas filiados à instituição totalizam 13 mil em todo o país, com maior concentração nos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul. A Região Norte apresenta participação reduzida, em torno de 2% a 3%.

Aumentam também, significativamente, os traumas de mão, por quedas de pedestres portando garrafas cujo vidro se quebra ou por brigas, comuns nesta época, com risco de cortar um tendão ou nervo. Muitas vezes, alertou o diretor da Sbot nacional, esse trauma gera afastamento do trabalho e, eventualmente, sequelas para o resto da vida. “Ou seja, em um período curto de festa, um único acidente pode trazer problemas para o resto da vida. No carnaval, o álcool influencia tanto o pedestre quanto o motorista”, disse Vassalo.

Ele destacou que é muito comum também o folião, depois de beber, cair em bueiros destampados e sofrer fraturas que expõem os ossos, as chamadas fraturas expostas, que são potencialmente mais infectadas, porque a pele fica exposta à ação de bactérias. Isso gera maiores dificuldades no tratamento e na cicatrização. As quedas podem provocar ainda entorses graves de tornozelo e de joelho, com lesões nos ligamentos ou mesmo fraturas, que exigem tratamento cirúrgico.

Carlos Cesar Vassalo derrubou alguns mitos referentes à combinação de álcool e direção, segundo os quais basta lavar o rosto ou tomar um café para que a pessoa alcoolizada apresente melhoras. “Não. Realmente, o álcool só depende do metabolismo do corpo. São as horas que passam depois de beber é que fazem recuperar a condição”.

Saiba Mais

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o maior número de acidentes de trânsito durante festas prolongadas ocorre em Minas Gerais, seguindo-se Santa Catarina, o Rio de Janeiro, São Paulo e o Paraná.

Conscientização

Para conscientizar a população sobre a importância da prevenção de acidentes nesse período, a regional Rio de Janeiro da Sbot está lançando a sétima edição da campanha Folia sem trauma. Não faça deste o seu último carnaval, que tem como lema Álcool e volante: uma mistura que não dá samba.

Dados da Secretaria Estadual de Saúde mostram que no período carnavalesco aumentam em cerca de 15% as cirurgias de urgência e emergência nos hospitais públicos do Rio. Em sua maior parte, esses casos têm origem em acidentes que envolvem pessoas embriagadas ou que falam ao celular e digitam enquanto dirigem.

O número de acidentes no estado aumenta 30% nesta época, segundo a Polícia Rodoviária. O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) acrescenta que a ingestão de álcool ao volante é responsável por 65% dos acidentes. O cruzamento de dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade, que recebe informações dos municípios, com o Instituto de Segurança Público, mostra que 9.404 internações registradas em hospitais da rede pública fluminense em 2015 estavam relacionadas a acidentes no trânsito e 2.273 mortes foram causadas por esse tipo de ocorrência.

O presidente da Sbot-RJ, José Paulo Gabbi, disse que a campanha visa a conscientizar a população para que brinque e aproveite o carnaval com responsabilidade, principalmente em relação à utilização de bebida alcoólica e à direção no trânsito. “Se a pessoa ingeriu bebida alcoólica, não deve, de forma alguma, dirigir”. A recomendação é de que o folião defina um motorista para dirigir naquela rodada ou chame um táxi. “Não dirigir, de forma alguma, alcoolizado, porque esse aumento de acidentes é por pessoas que ingeriram bebida alcoólica”. A consequência são os traumas e as fraturas, acrescentou.

Gabbi ressaltou que os acidentes de motocicleta são maioria no carnaval. “Hoje em dia, mesmo fora da época de carnaval, o índice de acidentes com fraturas é bem maior. E, nesta época, aumenta ainda mais". Os motociclistas lideraram as internações em unidades da rede pública de saúde em 2015, incluindo condutores ou caronas. Naquele ano, segundo a Sbot, o Rio de Janeiro ocupou a 26ª posição no ranking nacional de mortes por acidentes com motos.

José Paulo Gabbi advertiu que embora o número de acidentes nas rodovias federais do Rio tenha diminuído mais de 50% em 2016, em comparação ao ano anterior, os casos de mortes nas estradas subiram 11%. Para ele, isso está relacionado à gravidade dos acidentes, porque apesar de ocorrerem menos colisões, elas são de maior impacto e letais.

Futebol

A Sbot-RJ elaborou uma cartilha, que está sendo divulgada nas redes sociais, com informações sobre as alterações que o álcool causa nas pessoas e mostrando a importância de elas não dirigirem após a ingestão de algum tipo de bebida alcoólica. Os folhetos educativos estão sendo distribuídos também nas dez clínicas que registram maior número de atendimentos de ortopedia no Rio. 

A campanha ganhou o apoio também dos grandes clubes de futebol. Neste fim de semana, durante a semifinal do campeonato carioca, os jogadores do Vasco e do Flamengo entrarão em campo com uma faixa alertando sobre a campanha e a divulgação do site, onde as pessoas podem ter acesso a mais informações. Ação semelhante foi feita no sábado passado (18).

 

Agência Brasil

 

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Afastado

Agência Palmeiras

O árbitro Thiago Duarte Peixoto, responsável por apitar o clássico entre Palmeiras e Corinthians na última quarta-feira, será afastado dos gramados e passará por avaliações da Federação Paulista de Futebol.
Peixoto admitiu ter errado ao dar o segundo cartão amarelo – e o vermelho – ao volante corintiano Gabriel, expulso no final do primeiro tempo da partida. No lance, Maycon foi quem fez a falta no palmeirense Keno, mas saiu impune com o equívoco do árbitro.Leia mais

 

Grupos definidos

Jorge Adorno/Reuters

Os grupos da edição 2017 da Taça Libertadores já foram definidos. O Botafogo, que passou pelo Olímpia ontem, está no Grupo 1. Já o Atlético-PR caiu no Grupo 4, o mesmo do Flamengo.
O Santos está no Grupo 2, enquanto o Palmeiras está no 5. O Atlético-MG está no 6º grupo. Os grupos 7 e 8 são os de Chapecoense e Grêmio. Leia mais

 

Acumulada!

Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas

A Mega-Sena voltou a acumular, e prêmio deve chegar a R$ 30 milhões em sorteio neste sábado. As dezenas sorteadas ontem foram: 6, 27, 33, 39, 40 e 60.
Quem quiser tentar a sorte deve fazer a aposta até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em qualquer lotérica do país. Um jogo simples, com seis números, custa R$ 3,50.Leia mais

 

Bancos fechados até quarta

Shutterstock

Por conta do Carnaval, os bancos vão ficar fechados na segunda (27) e na terça-feira (28). Na quarta-feira, as agências bancárias só abrem ao meio-dia.
Contas como água, energia, telefone, carnês e boletos que vencem nos dias 27 e 28 podem ser pagos na quarta, sem juros e nem multa.  Leia mais

 

Já é Carnaval!

Uarlen Valério/O Tempo/Estadão Conteúdo

E vai começar oficialmente o Carnaval! Em São Paulo, de sexta (24) até terça-feira (28), a cidade vai receber 155 blocos nas ruas. Hoje tem Banda do Trem Elétrico entre a rua Augusta e a rua Luís Coelho. A concentração é às 18h30.
Os desfiles das escolas de samba de São Paulo também vão ser hoje, no Anhembi. NoRecife, a abertura da festa acontece às 18h, com um cortejo reunindo cerca de 600 batuqueiros de maracatu. Leia mais

USAR O BNDES PARA ESTIMULAR A ECONOMIA É UM ERRO GRAVE!

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Por Roberto Ellert, publicado pelo Instituto Liberal

Hoje a revista Época deu uma notícia que me deixou preocupado. Segundo a revista “Temer quer uma ‘forcinha’ do BNDES para ajudar a destravar a economia” (link aqui). É um erro, não um erro simples, mas um erro que pode custar caro e colocar a economia em mais uma década perdida em um futuro próximo. Pior, é um erro que foi cometido há pouco tempo e que, em última instância, selou o destino de Dilma e colocou Temer no Planalto. Ao comprometer o lado fiscal para estimular uma economia que não respondeu aos estímulos o governo Dilma acabou sendo empurrado para as pedaladas como forma de financiar o gasto público sem escancarar o problema fiscal. Tivesse a economia crescido como previsto pelos entusiastas do BNDES ou não tivesse o governo gasto bilhões com o BNDES as pedaladas não teriam alcançado o volume que alcançaram e Temer ainda seria vice-presidente.

É fato que usar o BNDES é tentador para o governo. A crise é grande e mesmo que o fim da queda esteja próximo ainda vai demorar um bocado para voltarmos aos níveis de renda de 2013. O desemprego alto é um problema para qualquer político, principalmente um ano antes das eleições. Neste cenário de caos empresários aparecem dizendo que se receberem dinheiro barato vão aumentar a produção e tirar a economia da crise. O problema é que isso não vai acontecer. O dinheiro barato vai deixar os empresários mais ricos, mas não vai criar empregos e, se criar, será por pouco tempo, exatamente como aconteceu no passado.

A figura abaixo mostra os desembolsos do BNDES para indústria de transformação entre 2001 e 2015. Os dados de desembolso estão na página do BNDES (link aqui), os dados de variação real da produção da indústria de transformação são do IPEA e do IBGE. O intervalo foi determinado pela disponibilidade de dados, a série de variação do PIB da indústria de transformação pela metodologia nova das contas nacionais só está disponível para este período. Escolhi a indústria de transformação porque é onde os empréstimos do banco tem mais potencial de estimular a produção, agropecuária e indústria extrativa são muito influenciadas por fatores externos que estão fora de controle do BNDES.

Como pode ser visto não existe relação positiva entre os desembolsos do BNDES para indústria de transformação e o a variação na produção desta indústria. De fato, se retiramos o ano de 2010, como é feito na figura abaixo, a relação fica negativa. Não esqueçamos que 2010 foi um atípico em vários sentidos.

Isto quer dizer que o dinheiro do BNDES reduz a produção industrial? Não! Esta não é uma conclusão que possamos tirar destas figuras, para fazer tal afirmação seria preciso trabalhar os dados para além do objetivo deste post. É sempre possível que relação negativa venha do governo aumentar o desembolso em épocas de crise. Porém, as figuras mostram que não há razões para acreditar que desembolsos do BNDES vão dar uma “forcinha” para tirar a economia da crise. Sendo assim, não vejo motivos para comprometer o lado fiscal com mais desembolsos do BNDES.

Se o governo quer dar as indústrias uma força para sair da crise deveria começar a trabalhar seriamente para reduzir os custos de nossa burocracia, melhorar o ambiente de negócios e, se possível, emplacar a reforma trabalhista. O resto é conversa para agradar doador de campanha.

DEVEMOS TORCER PELA FILHA DE MARIA DO ROSÁRIO, NÃO USÁ-LA COMO ARMA CONTRA A DEPUTADA SOCIALISTA

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Lá vou eu me meter nesse assunto também. Não queria. Não gosto da ideia de expor uma adolescente com problemas com drogas, pelo motivo que for. Mas precisamos falar disso mesmo assim, até porque o caso acaba dando munição para aquele-cujo-nome-não-se-deve-falar que tem dado chilique atrás de chilique cuspindo na “direita xucra” e afirmando que esta tem feito de tudo para que o PT volte ao poder.

Ele está errado, ele exagera, ele erra na forma e também no conteúdo, ele joga todos no mesmo saco podre, ele é vaidoso demais, ele banca a vítima e o “ungido”. Portanto: não vamos dar razão a ele, não é mesmo?! A forma com que a filha da deputada foi tratada está errada! É indecente usar uma adolescente problemática para atacar uma adversária política. Isso não é “falso moralismo”; é item básico de qualquer código de decência. Nós não podemos ser como eles!

Claro que a esquerda radical não se importaria de fazer o mesmo, de usar filhos para atacar adversários sem a mínima preocupação com os efeitos disso nos jovens. Basta ver o que fizeram com o filho de Trump, tratado como autista e exposto ao ridículo. Um garoto de dez anos! Vamos descer no mesmo nível? Não!

Claro também que, além da indecência da exposição da garota da forma que foi feita, o tiro sairia pela culatra. Ou seja, o ataque serviria para colocar Maria do Rosário na defensiva, bancando a vítima, aquilo que a esquerda mais faz na vida. Não deu outra: a deputada falou até em “bandidos” (agora eles existem e não são vítimas da sociedade!). Sim, a esquerda é hipócrita.

Sim, Maria do Rosário tenta transferir a responsabilidade para os outros. Sim, foi a própria filha quem publicou as fotos em seu Instagram. Não importa! É preciso decoro aqui, separar o joio do trigo, respeitar a adolescente, preservar seu espaço, sua privacidade, mesmo que ela não se dê conta dos perigos da exposição. É errado aproveitar a estupidez ou fraqueza de uma menina doente para fazer política. Ponto.

Jenifer Castilho escreveu um texto em que pede para orarmos pela garota, enquanto aponta para a questão da legalização das drogas, defendida pela própria deputada, e também para a educação frouxa, que pode levar a esse tipo de situação. Ela está certa ao defender pais mais “chatos”, mas mesmo assim não há garantias. Podemos apenas mitigar os riscos, mas a droga sempre estará lá, legalizada ou não, à espreita, para fornecer uma fuga aos problemas da adolescência. Diz Jenifer:

A menina de apenas 16 anos tem sido alvo de críticas por ter feito uma escolha errada na vida. Independente de quem ela seja filha e de sua posição política, ela é uma adolescente e essa é uma fase muito complicada na vida de um ser humano. É a fase que fazemos escolhas erradas por acharmos que sabemos de tudo na vida. É a fase que precisamos de uma mãe e um pai “chatos” no nosso pé. É a fase que precisamos ouvir de nossa mãe: “aquela pessoa não é sua amiga. Ela não gosta de você”, e o tempo nos mostra que ela estava certa. É a fase que achamos que qualquer coração partido, qualquer desilusão ou qualquer tristeza é o fim do mundo.

Ela é apenas uma adolescente que teve uma educação frouxa. Torça para que ela se recupere e que consiga sair dessa vida. Acredito que as pessoas pregam a liberação das drogas até ver seu filho ou alguém que ama morrer por causa delas. Meu recado para os adolescentes é: o “NÃO” da sua mãe já te livrou e vai te livrar de muita coisa. Meu recado para as mães é: seja chata! Meu recado para os internautas é, na verdade, uma pergunta: Quem é você para julgar a filha da Maria do Rosário? Como diria o meu grande ídolo: quem não tem pecado que atire a primeira pedra. Que Deus ajude essa menina.

Sim, que ela consiga sair dessa! Quem tem amigos ou parentes viciados sabe muito bem como é difícil, como os pais podem fazer o que estiver ao seu alcance e mesmo assim as drogas vencerem. Não é moleza vencer essa batalha. Devemos torcer pela menina. E respeitar esse momento de dor da família, mesmo em se tratando de quem se trata.

Sou autor de Esquerda Caviar, ou seja, sei muito bem como é importante expor a hipocrisia da elite de esquerda. Mas para tudo deve haver um limite. Explorar um vício de uma adolescente ultrapassa esse limite. Sabemos que Maria do Rosário defende tudo aquilo que não presta. Sabemos que ela tem eximido marginais da responsabilidade de seus atos.

Mas quem pensa “bem-feito!” por ela ter uma filha nessa condição está deixando seu lado primitivo dominar seu lado mais humano e civilizado. Está ignorando que é a garota quem merece nosso sentimento de pena. E, portanto, ela deve ser respeitada, preservada. Não exposta para se obter dividendos políticos contra a petista. Isso é inaceitável e incompatível com o conservadorismo de boa estirpe que admiro.

Rodrigo Constantino

A NOVA LEI DA GORJETA E A ANTIGA LEI DAS CONSEQUÊNCIAS NÃO-INTENCIONAIS

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Por João Luiz Mauad, publicado pelo Instituto Liberal

“A visão do governo sobre a economia poderia ser resumida em poucas frases curtas: ‘Se ela se movimenta, taxe-a. Se ela continua se movimentando, regule-a. E se ela para de se mover, subsidie-a.” (Ronald Reagan)

Conta a lenda que o governo britânico estava preocupado com o aumento do número de cobras venenosas em Delhi e ofereceu uma recompensa para cada cobra morta. Inicialmente, esta foi uma estratégia bem sucedida como um grande número de serpentes mortas em troca da recompensa. Com o passar do tempo, no entanto, empreendedores começaram a criar cobras para obter renda. Quando o governo descobriu a malandragem, o programa foi abandonado, fazendo com que os criadores de cobra fossem obrigados a desfazer-se delas. Como resultado, aumentou ainda mais a população selvagem de cobra na cidade.

Um incidente semelhante ocorreu em Hanói, no Vietnam, sob o domínio colonial francês, só que com ratos. O regime colonial criou um programa de recompensas que pagava um preço para cada rato morto. Para obter as recompensas, as pessoas teriam de fornecer o rabo do rato decepado. Depois de certo tempo, no entanto, funcionários coloniais começaram a notar a existência de muitos ratos vivos, embora sem caudas. É que os coletores de rato vietnamitas capturavam os ratos, cortavam-lhes as caudas e então os liberavam de volta aos esgotos para que pudessem procriar e produzir mais ratos, aumentando assim as suas receitas.

Lembrei do “Efeito Cobra” quando li hoje que O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (21), o substitutivo do Senado para o Projeto de Lei 252/07, que regulamenta o rateio da gorjeta.  De acordo com o substitutivo, a gorjeta cobrada por bares, restaurantes, hotéis, motéis e estabelecimentos similares não é receita própria dos empregadores e se destina aos trabalhadores. Segundo o texto, as empresas precisarão anotar na Carteira de Trabalho e Previdência Social e no contracheque de seus empregados o salário contratual fixo e o percentual recebido a título de gorjeta. As empresas deverão anotar também na carteira o salário fixo e a média dos valores das gorjetas referente aos últimos 12 meses. Além disso, as empresas deverão pagar os encargos sociais, previdenciários e trabalhistas derivados da sua integração à remuneração dos empregados.

Não precisa ser nenhum gênio para deduzir que o principal objetivo de mais esta lei é ARRECADAR, embora o texto procure demonstrar que o legislador estaria interessado em proteger e preservar direitos do trabalhador.  Não é difícil prever que, quando esta lei entrar em vigor, restaurantes evitarão cobrar a taxa de serviço na conta, e as eventuais gorjetas somente serão aceitas em dinheiro vivo, um produto cada vez mais escasso no bolso do consumidor nesses tempos de moeda eletrônica, o que vai acabar prejudicando justamente aqueles a quem se pretende, pelo menos, da boca pra fora, beneficiar.

Outro efeito da nova lei será o aumento de demandas trabalhistas na já entupida justiça do trabalho de Pindorama, pois os garçons, quando demitidos, não raro recorrerão à JT atrás de indenizações sobre as gorjetas recebidas por fora e não lançadas na respectiva carteira pelo empregador.

Como bem sabem os meus dezessete leitores, tenho grande admiração pelo trabalho de Frédèric Bastiat, intelectual e político francês que viveu na primeira metade do Século IXX. Seus insights econômicos são fabulosos, sempre escritos de forma simples e didática, voltada aos leigos. Sua parábola da “vidraça quebrada” é tão educativa que deveria ser leitura obrigatória na primeira aula de qualquer curso de introdução à economia. Há nela inúmeras lições econômicas que, infelizmente, malgrado um tanto óbvias, costumam ser desprezadas ou esquecidas pelos formuladores de políticas econômicas.  A principal delas é a Lei das Consequências Não-Intencionais.

Nas palavras do próprio mestre, esta lei nos diz que:

“na esfera econômica, um ato, um hábito, uma instituição, uma lei, não geram somente um efeito, mas uma série de efeitos. Dentre esses, só o primeiro é imediato. Manifesta-se simultaneamente com a sua causa. É visível. Os outros só aparecem depois e não são visíveis. Podemo-nos dar por felizes se conseguirmos prevê-los… Entre um bom e um mau economista existe uma diferença: um se detém no efeito que se vê; o outro leva em conta tanto o efeito que se vê quanto aqueles que se devem prever.”

Se Bastiat fosse leitura obrigatória talvez a quantidade de bobagens e propostas de leis e políticas oportunistas e sem sentido fosse bem menor.