sexta-feira, 24 de março de 2017

Flávio Gikovate–História virtual

 

Flávio Gikovate em 2010

Nascimento
11 de janeiro de 1943
São Paulo

Morte
13 de outubro de 2016 (73 anos)
São Paulo[1]

Nacionalidade
brasileiro

Influências


Lista[Expandir]

Principais interesses
Psiquiatria, psicologia,psicoterapia, literatura

Flávio Gikovate (São Paulo, 11 de janeiro de 1943 – São Paulo, 13 de outubro de 2016) foi um médico psiquiatra, psicoterapeutae escritor brasileiro.

Índice

Biografia

Filho do médico polonês Febus Gikovate, formou-se pela Universidade de São Paulo (USP) em 1966 como psicoterapeuta e desde o início da carreira dedicou-se às técnicas breves de psicoterapia. Gikovate alegou que escolheu a especialidade psiquiátrica em função de dois motivos combinados: pessoal - ter sido um obeso tímido e familiar - pai era médico e a mãe dele sofria de depressão. Em 1970, foi assistente clínico no Institute of Psychiatry da Universidade de Londres. Nos últimos trinta anos, escreveu 25 livros sobre problemas relacionados com a vida social, afetiva e sexual e seus reflexos na sociedade, alguns dos quais também publicados em língua espanhola. Colaborava regularmente com vários periódicos de grande circulação. Manteve uma coluna semanal sobre comportamento no jornal Folha de S. Paulo, entre 1980 e 1984 e, entre 1987 e 1999, uma página na revista mensalClaudia. Mantinha um programa de rádio semanal (No Divã do Gikovate) na CBN[2] e frequentemente participava, como convidado, de programas de televisão.

Entre 1991 e 1993, coordenou programas na Rede Bandeirantes de Televisão e uma primeira fase do talk-show Canal Livre. O formato desse programa era ao vivo e Gikovate sempre começava fazendo considerações psicológicas profundas sobre um determinado tema. Era também conferencista, atuando em eventos dirigidos ao público em geral, como também naqueles voltados a quadros gerenciais e profissionais de psicologia ou de diferentes especialidades médicas. Fez participações na novela Passione, como ele mesmo, ajudando o personagem que tinha sofrido de abuso sexual na infância, Gérson, vivido por Marcello Antony.[3]

Morreu em 13 de outubro de 2016, aos 73 anos, no Hospital Albert Einstein onde estava internado desde março do mesmo ano devido a um câncer.[4]

Alguns livros publicados

  • As Drogas: Opção de Perdedor. Editora: MG Editores. 6ª Edição 1981, 151 pág.
  • Vício dos Vícios. Editora: MG Editores. 3ª Edição 1987, 154 pág.
  • Homem: o sexo frágil?. Editora: MG Editores. 8ª Edição 1989, 350 pág.
  • Cigarro: um Adeus Possível. Editora: MG Editores. 2ª Edição 1990, 196 pág.
  • Uma Nova Visão do Amor. Editora: MG Editores. Ficha Técnica: ISBN 8572550100. 3ª Edição 1996, 241 pág.
  • Os Sentidos da vida - uma pausa para pensar. Editora: Moderna. Ficha Técnica: ISBN 8516019470. 6ª Edição 1998, 90 pág.
  • A Arte de Educar. Editora: MG Editores. Ficha Técnica: ISBN 8572550240. 4ª Edição 1998, 212 pág.
  • Ensaios Sobre o Amor e a Solidão. Editora: MG Editores. Ficha Técnica: ISBN 8572550240. 5ª Edição 1998, 212 pág.
  • Liberdade Possível. Editora: MG Editores Ficha Técnica: ISBN 8572550267. 1ª Edição 2000, 247 pág.
  • A Libertação Sexual. Editora: MG Editores. Ficha Técnica: ISBN 8572550291. 1ª Edição 2001, 184 pág.
  • Deixar de Ser Gordo. Editora: MG Editores. Ficha Técnica: ISBN 8572550437. 7ª Edição 2005, 140 pág.
  • Uma História de Amor... com Final Feliz.[5] Editora: Grupo Editorial Summus. Ficha Técnica: ISBN 8572550569. 10ª Edição, 168 pág.

Referências

  1. Ir para cima↑ Os sentidos da vida Moderna Literatura - acessado em 14 de outubro de 2016
  2. Ir para cima↑ «Entrevista: psiquiatra Flávio Gikovate analisa comportamento de Gerson». www.tvg.globo.com/. Consultado em 14 de abril de 2013
  3. Ir para cima↑ Sulina, Vanessa (12 de novembro de 2010). «Polêmica com psiquiatra de Gerson em Passione foi invenção, diz autor». R7. Consultado em 14 de abril de 2013
  4. Ir para cima↑ «Morre, aos 73 anos, o psiquiatra e escritor Flávio Gikovate». G1. 13 de outubro de 2016
  5. Ir para cima↑ Teixeira, Duda. «Não precisa casar. Sozinho é melhor». Veja. Consultado em 14 de abril de 2013

Ligações externas

Wikiquote

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Alexandre Borges ironizou: “Bora cantar Imagine em Mossul #agoravai“. Já o maestro Tom Martins foi mais direto ao ponto: “Tutorial – Como misturar demagogia, hipocrisia, covardia, populismo, desonra, desrespeito, sem-vergonhice, pusilanimidade, mau-caratismo, incompetência e burrice em menos de 140 caracteres”.

Alguns acham que pessoas com o perfil “romântico” de Suplicy devem ser apenas ignoradas. Seriam inofensivos, tadinhos! Ledo engano: basta pensar que o “bonachão” foi senador por vários anos, ajudando no projeto totalitário do seu “partido”. Essa gente pode ser sonsa, mas é muito perigosa. Justamente por isso!

PS: A proposta que a ex-presidente Dilma fez tem mais chances de sucesso: alguém ir conversar com os terroristas. Recomenda-se um trabalho em dupla: Dilma lidera o bate-papo, que pode ser até em espanhol ou francês, enquanto Suplicy canta “Imagine”. Será tiro e queda! No caso, da cabeça de ambos…

Rodrigo Constantino